Pesquisar este blog / Search this blog

Translate

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Participação na Banca Examinadora - Prêmio Revelação em Finanças | IBEF SP | KPMG - Edição 2013

O Prêmio Revelação em Finanças IBEF SP/KPMG, considerado a mais importante iniciativa voltada a premiar trabalhos de inovação em finanças nos ambientes corporativos e acadêmicos, chega à sua 10ª edição.
O Prêmio 2013 traz novidades e um aperfeiçoamento natural fruto da experiência obtida nas edições anteriores, visando manter alinhamento com as expectativas da KPMG e do IBEF SP em treinar, reconhecer e valorizar jovens talentos em finanças.

http://www.ibefsp.com.br/eventos/10-premio-revelacao-em-financas-ibef-sp-kpmg/



quinta-feira, 12 de setembro de 2013

É preciso equilíbrio entre o contato virtual e presencial


Por Edson Valente | Para o Valor, de São Paulo

"Olhos nos olhos/Quero ver o que você faz/Quero ver o que você diz". A letra da canção de Chico Buarque sinaliza o comportamento dos executivos brasileiros no momento de indicarem alguém para um cargo ou um trabalho. Embora a porcentagem dos que fazem networking virtual já supere a dos adeptos do networking presencial (83% ante 72%), segundo pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Robert Half para o Valor, os entrevistados, em sua maior parte (80%), não costumam recomendar pessoas que conhecem apenas virtualmente.
"É no contato presencial que se verifica se há confiança. Essa é a base que permite aprofundar o relacionamento", afirma José Augusto Minarelli, presidente da consultoria Lens & Minarelli.
Os números levantados pela Robert Half entre junho e agosto em um universo de 651 respondentes indicam ainda que 19% dos executivos abandonaram o networking presencial depois que aderiram ao virtual, enquanto 81% passaram a conciliar as duas modalidades. Essa prática adotada pela maioria é a mais recomendada por consultores e especialistas no assunto.
"O virtual permite estar sempre por perto, mas de vez em quando é bom passar pelo outro e dizer 'lembrei de você'", diz especialista
Na opinião de Fábio Saad, gerente sênior da divisão de finanças da Robert Half, muita gente tem timidez para pegar o telefone e fazer uma ligação de forma fria. Assim, estabelece uma primeira conexão pelo LinkedIn, em que é possível ver o histórico da pessoa e onde ela trabalhou. "Isso quebra uma barreira para depois ligar e tentar marcar um café". Apesar de essa estratégia dar resultado, ele ressalta que o caminho inverso pode ser uma maneira ainda mais efetiva de interação. "Se você tem o contato pessoal primeiro, é muito mais fácil estabelecer o virtual depois", diz.
Marina Heck, coordenadora de cursos de especialização da FGV-Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas), aposta nessa direção para constituir e fortalecer laços. "O melhor é que o virtual venha depois, para alimentar a relação". Ela, por exemplo, diz que dificilmente aceita no LinkedIn quem não tenha conhecido pessoalmente. "É de bom tom esse solicitante mandar uma mensagem, fazer uma introdução."
Os profissionais consultados na pesquisa endossam que o contato presencial é mais proveitoso para o enriquecimento do networking. Do total, 57% disseram que essa é a melhor prática para incrementar e fortalecer a rede de contatos, 21% elegeram o virtual e outros 21% escolheram as redes sociais. Preferências à parte, o consenso é que todos esses meios se complementam. Porém, é preciso observar algumas recomendações para que tentativas de aproximação não impliquem o efeito contrário - especialmente na web, em que as regras de etiqueta ainda estão em processo de sedimentação.
Um princípio básico, segundo Minarelli, é adotar uma postura de "genuíno interesse" pelas pessoas, cultivando as relações nos momentos em que não se está em busca de nenhum favor em especial. Isso vai dar crédito com o outro na hora de pedir uma indicação, por exemplo. Parabenizar o contato no dia de seu aniversário - as redes sociais ajudam ao destacar essas datas - ou em uma situação mais específica, como uma promoção no trabalho, é outro jeito de se mostrar presente. Embora tudo isso pareça simples, requer disciplina. "É preciso incorporar essas ações ao dia a dia. O virtual permite estar sempre por perto e saber o que as pessoas postaram. Mas, de vez em quando, é necessário 'passar pelo outro' e dizer: 'Lembrei de você'."
José Roberto Marques, presidente do IBC (Instituto Brasileiro de Coaching), aconselha reservar um período do dia para fazer contatos virtuais, ou se dedicar a essa tarefa ao menos três vezes por semana. O professor de gestão de pessoas do Insper, Marcus Soares, diz que o o interesse tem de ser mútuo. "É preciso haver algo que conecte as pessoas e que até justifique encontros presenciais. Não dá para procurar os contatos só quando se precisa deles. A reciprocidade é uma necessidade atávica do ser humano."
Para Sérgio Diniz, executivo que atua na área financeira, networking é uma questão de dedicação. "Demanda tempo e é preciso aprender a conciliar com outras coisas. Você tem que almoçar todo dia, então aproveite esse tempo para encontrar seus contatos", ensina ele, que diz equilibrar bem a comunicação presencial e a virtual. "Conheço pessoalmente pelo menos metade dos meus 2.600 contatos no LinkedIn". Ele salienta, contudo, que não adiciona pessoas indiscriminadamente. "Convido apenas quem é relevante naquilo que faz."
Minarelli também chama a atenção para a quantidade de relacionamentos nas redes sociais. "Há quem adicione todo mundo apenas para ter um número astronômico de contatos. Não adianta ter cinco mil deles no LinkedIn e não conhecer todos. É melhor convidar e aceitar o convite de pessoas com quem se teve ao menos um contato", diz.
De acordo com Patrícia Epperlein, presidente da consultoria Mariaca, é preciso ter um olhar muito mais estratégico nesse sentido do que antigamente. "Saber escolher os melhores veículos e grupos é essencial, assim como não se relacionar apenas quando precisa de algo", diz.
Outra dica é não subestimar a repercussão do que se escreve em uma rede social. "Tome cuidado com postagens preconceituosas, ofensivas e com brincadeiras. Isso pode trazer uma imagem que não é compatível com a de um executivo", adverte Marques, do IBC. "E não fale mal de empresas concorrentes."
Para os casos em que o profissional busca uma recolocação, Saad, da Robert Half, sugere uma atitude mais ousada. "Faça uma lista de pessoas interessantes para conhecer e tentar abordá-las. Algumas vão ignorar, mas haverá aquelas mais propensas a tentar ajudar. Um recrutador que esteja em uma situação de emergência na busca de um candidato vai te adicionar, pois isso será interessante para ele."
Nessas circunstâncias, quem procura um emprego no cargo de gerente, por exemplo, não deve tentar procurar coordenadores ou outros gerentes, que são seus "pares", mas focar níveis hierárquicos mais altos. Saad calcula que para obter 10 novos contatos, seja necessário fazer até 50 tentativas.
Quem está recrutando, por sua vez, sempre tende a dar prioridade no processo para quem foi indicado por uma pessoa de sua confiança - o que reforça novamente a necessidade do encontro presencial. Cursos e eventos são boas oportunidades para se relacionar fora do mundo virtual, diz Marina Heck, da FGV-Eaesp. Já Patrícia Epperlein, da Mariaca, menciona fóruns criados especificamente para a troca de ideias e a realização de negócios ao vivo. "Existem também grupos específicos das áreas de tecnologia, recursos humanos, finanças entre outros."
O executivo de compras Antonio Célio Filosi Nogueira conheceu pessoas do mundo todo no MBA que fez na FGV-Eaesp, que envolveu quatro viagens internacionais. "Conversei com gerentes de compras do México, da Europa e da China", conta. Para ele, essas conexões são fundamentais para a divulgação de um programa que criou para gestão de estratégias de compras, embrião do negócio próprio que tem desenvolvido. A manutenção dessas relações é feita virtualmente, uma boa saída quando as distâncias inviabilizam um almoço ou 'happy hour' de confraternização.
Ele afirma que usa com frequência o LinkedIn para divulgar suas ideias e participar de grupos virtuais de supply chain e de compras, mas não substituiu o presencial. "Falar cara a cara com alguém é diferente de um texto que aparece na tela do computador. Vou muito a jantares e eventos, onde conheço pessoas pelas quais me interesso. A partir daí, adiciono na rede social."
Pela pesquisa da Robert Half, praticamente metade dos executivos buscam encontrar os amigos e conhecer novas pessoas com uma frequência de um a três dias por mês e cerca de 15% dedicam mais de dez dias por mês para essas atividades. A canção "Olhos nos Olhos" foi composta por Chico Buarque em 1976, um sinal de que é popular entre ouvintes da faixa etária predominante no levantamento - 40% dos entrevistados têm entre 41 e 50 anos, 37%, de 31 a 40, 20%, 51 anos ou mais, 2,8%, de 25 a 30, e 0,2%, até 24 anos. Gerentes e diretores somam 82% desses respondentes.
Independentemente do gosto musical, as gerações mais novas têm maior propensão a estabelecer vínculos de confiança sem precisar da interação presencial, segundo os consultores. "Indicações já são feitas também pelo conhecimento a distância de resultados que um determinado profissional alcançou, prescindindo do olho no olho em um primeiro momento", afirma Soares, do Insper. "Quem indica sabe que a pessoa atingiu determinadas metas, tem boas informações a respeito dela, mas não a conhece pessoalmente. O LinkedIn tem um volume razoável de informações que podem ser checadas. Se alguém falsificar ali, estará fora."
O executivo Sérgio Diniz conta que opta pela absoluta transparência no momento de fazer uma indicação. "Deixo claro o nível de relacionamento, como quando se trata de alguém que não conheço, mas cujo perfil me parece adequado. A regra é ser sincero."
A favor do "longe dos olhos", está o ritmo do trabalho e da vida em geral nas grandes metrópoles. Na opinião de Saad, o que não varia, seja o networking virtual ou presencial, é a reputação construída ao longo da carreira. "Está mais fácil acessar as pessoas, mas isso não significa que esteja mais fácil conseguir um emprego ou uma recolocação."
http://www.valor.com.br/carreira/3267222/e-preciso-equilibrio-entre-o-contato-virtual-e-presencial



quinta-feira, 22 de novembro de 2012

GM to buy Ally's Europe, Latin America operations

Reuters14 hours ago

(Reuters) - General Motors' financing arm GM Financial has agreed to pay about $4.2 billion for the European and Latin American auto lending operations of Ally Financial, as it looks to extend its in-house financing to boost sales.
Ally, which is 74 percent owned by the U.S. government, announced the plan to sell its international operations in May, in an effort to speed up the repayment of bailout funds. The company is focusing on its U.S. business and has already sold operations in Canada and Mexico.
GM said the purchase should increase its sales in Europe and Latin America, reflecting its experience in North America after it returned to in-house financing with the creation of GM Financial in 2010.
GM is also still partially owned by the U.S. government after a series of bailouts during the financial crisis and the companies also have an intertwined history: Ally is the former financing arm of GM and was once known as GMAC.
The automaker has been gradually rebuilding its finance operations since selling a controlling stake in GMAC to private equity firm Cerberus Capital Management in 2006.
"We're bringing those parts of Ally back into the family," said Dan Ammann, GM's chief financial officer, on a conference call with reporters.
Ammann said that GM has realized about 200,000 additional auto sales in North America since it created GM Financial. In-house financing helps auto sales by allowing carmakers to subsidize auto loans, leases and dealership upgrades.
Ammann said he expects to increase sales by varying degrees in other markets around the world, but he declined to detail any expected gains.
GM wanted to expand its in-house financing profile in order to deepen the relationship the company has with customers beyond the initial sale, where it had lost opportunities in recent years, he said.
NO NEED FOR U.S. GOVERNMENT OK
Ammann said the deal had been approved by the GM board of directors but did not have to be approved by the U.S. government.
The transaction includes operations in Brazil, Mexico, Colombia, Chile, Germany, Britain, France, Italy, Belgium, the Netherlands, Sweden, Switzerland and Austria. It also includes Ally's 40 percent interest in its Chinese joint venture GMAC-SAIC Automotive Finance Company, GM said.
GM Financial will work to expand its international finance operations into markets where Ally has pulled back, including Russia, Australia and Argentina, Ammann said. This expansion will be done "organically" and not by acquisitions, he said.
Ammann said there is no need to expand its finance activities in North America.
The deal is expected to add $300 million to $400 million to GM Financial's annual earnings before taxes.
GM expects to contribute about $2 billion in cash to GM Financial to fund the purchase, the automaker said in a separate statement. http://r.reuters.com/far24t
The U.S. automaker bought AmeriCredit Corp in 2010 and in August disclosed it was among the bidders for Ally's international operations. GM and Cerberus remain Ally shareholders.
Ally said its combined operations in Europe and Latin America represented about $16.1 billion in assets at the end of the third quarter.
Of the $17 billion it owes the U.S. government, Ally has paid back $5.8 billion, including dividend payments.
The company is focusing on U.S. auto lending and banking to turn its business around. In May, its Residential Capital (ResCap) mortgage unit filed for bankruptcy, and on Wednesday a bankruptcy court judge approved the sale of its mortgage operations to Ocwen Financial Corp and Walter Investment Management Corp for $3 billion.
ResCap is also selling a loan portfolio to Warren Buffett's Berkshire Hathaway Inc for $1.5 billion.
Ally agreed to sell its Canadian auto finance and deposit business to Royal Bank of Canada for $4.1 billion and its Mexican insurance unit to ACE Ltd for $865 million last month.
Bank of America Merrill Lynch and Barclays advised GM. Citigroup and Evercore Partners advised Ally.
(Reporting by Rick Rothacker in Charlotte, Bernie Woodall, Ben Klayman and Deepa Seetharaman in Detroit, Sharanya Hrishikesh in Bangalore; Editing by Anil D'Silva, Sriraj Kalluvila and Richard Pullin)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Participação no Socioesportivo IBEF 2012

Rapidinhas - Revista IBEF News – Edição 169 – Setembro/Outubro de 2012



O ibefiano Sérgio Diniz assumiu o cargo de CFO na Ipsos Brasil, sendo responsável por Finanças, IT, Facilities e


Jurídico. Sérgio é graduado em Ciências Contábeis, com MBA em Finanças pela FIA/USP. Iniciou sua carreira como

auditor na PwC e trabalhou em multinacionais como Rhodia, Motorola, Marsh & McLennan e Banco GMAC. A

Ipsos é referência mundial em pesquisa de mercado Ad-hoc e líder em seu segmento no Brasil e na América Latina.




Participação no Coquetel de Novos Associados do IBEF - SP

Ocorrido em 25 de abril de 2012, no Cantaloup Restaurante.


Sérgio Diniz (sétimo, da direita para esquerda). Fonte: Revista IBEF News – Edição 168 – Julho/Agosto de 2012